Amores...
inventados, reinventados.
Amor de garagem,
com rodinhas e muleta,
Guardados num cofre
ou numa maleta.
Amores...
de historias, fofocas e valetas,
Amores..
de cova rasa ou caverna sem fundo.
Amores...
de rajada e tempestade.
Trovoadas e ventanias.
Amores...
de caras, bocas e companhias
Poderia dizer que são mais de um.
Mas todos são só para uma.
Mauricio Caldeira Filho
Um pequeno espaço dentro de um universo infinito. Ás vezes desbotado Muitas vezes colorido Amado, quem define o Amor? Reciprocidade, aguarde, sempre terá.
sexta-feira, 4 de março de 2016
Um pássaro que cantava o amor.
Olha...
Pensa muito bem
Aguarde o tempo também
Mas saiba da escolha
Hoje vi um pássaro cantar
Preso num ninho de isopor
Aquecido nos lençóis do labor
Ouvir seu canto foi despertar.
Mas pera.... pense bem
Que mal tem esse bem?
Um ninho de galhos cantou
A meus ouvidos encantou
Mas...
Porém...
Como posso dizer amém
Se, num se, existe um Ademas?
Pense... pense muito
Muito bem
Nem sempre amar escolhe alguém.
Um canto... um olhar
Queria poder ver sem cantar
Cantarolando juras
De um amor de brilho
Ah... como eram versos
Aqueles ninhos di-versos
Aquele pássaro a cantar
Cheguei até era o nome dela...
Que ele não se cansava de falar
Olhei...
No tempo pensei bem.
Talvez...
Nunca existiu pássaro.
O pássaro quem era eu
Meu canto era você
O ninho nossa casa
E os versos nosso amor.
Mauricio Caldeira Filho.
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