Preparem-se a partir de hoje, eu
não serei mais eu, serei então
uma estrela no céu
que brilhará como uma noiva e seu véu
preparem-se meus amigos de plantão
a partir de hoje os eus, não mais existirão
ganhará o céu uma nova constelação
Agucem os ouvidos, pois ouvirão rugidos
será o de uma bola de fogo
que cruzará o céu de novo
preparem-se meus familiares
a partir de hoje
não serei mais reconhecido
nem tão pouco esquecido
talvez um pouco entorpecido
preparem-se os coveiros
porque receberam mais um hóspede
que não se hospeda de graça
nem tão pouco sorri da desgraça
gritem de horrores
porque no mundo só há dores
preparem-se ó cidade
o último cortejo há de passar
não perca o tempo
mais uma estrela o céu irá ganhar
a partir de hoje.
...preparem-se...
Mauricio Caldeira Filho
Um pequeno espaço dentro de um universo infinito. Ás vezes desbotado Muitas vezes colorido Amado, quem define o Amor? Reciprocidade, aguarde, sempre terá.
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segunda-feira, 9 de novembro de 2015
O Anunciar de um Suicídio
domingo, 20 de março de 2011
O Meu Frio Amor
Noite temida, destemida
Entrando pela janela
Clareando suas celas
Entrando o ar frio, viu?
Vejo o ar entrar, atrás de mim se esconder
No amanhecer sumira
E não sei o que fará
E só queria saber, se o meu amor leva-te com você
Só queria aceitar, porque você nunca vai estar
Ao meu lado nessa noite
Na minha frente todo dia
Atrás de mim quando desaparecer
Só queria saber, se meu pedido foi aceito
Acho difícil esse pretexto
Eu só queria aceitar
Porque vivo a te amar
Mauricio Caldeira Filho
Entrando pela janela
Clareando suas celas
Entrando o ar frio, viu?
Vejo o ar entrar, atrás de mim se esconder
No amanhecer sumira
E não sei o que fará
E só queria saber, se o meu amor leva-te com você
Só queria aceitar, porque você nunca vai estar
Ao meu lado nessa noite
Na minha frente todo dia
Atrás de mim quando desaparecer
Só queria saber, se meu pedido foi aceito
Acho difícil esse pretexto
Eu só queria aceitar
Porque vivo a te amar
Mauricio Caldeira Filho
Esquecido
Oh, se eu pudesse ver
Mas um dia escurecer
Seu eu pudesse enxergar
Sem apenas sonhar
Se pudesse sentir sua presença aqui
Se meu ar permitisse correr
Jogar-me ao vento, no relento
Sair na estrada a cantarolar
Todas suas cantigas de ninar.
Queria poder olhar pra trás
E me lembrar do que passou
Oh, se minhas lembranças voltassem
Se minhas lembranças me ajudasse
Eu lembraria do que esqueci, a força
Lembraria de algum dia que te via
Lembraria do ar quando te fiz chorar
Lembrar-me-ia do frio que te castigava
E eu não lhe socorri.
Esqueci-me do mal que te fiz
Nem lembro dos males que causei
Agora te peço por favor
Pelo meu amor
Volta pra mim
Pelo menos um dia viver em mim.
Mauricio Caldeira Filho
Mas um dia escurecer
Seu eu pudesse enxergar
Sem apenas sonhar
Se pudesse sentir sua presença aqui
Se meu ar permitisse correr
Jogar-me ao vento, no relento
Sair na estrada a cantarolar
Todas suas cantigas de ninar.
Queria poder olhar pra trás
E me lembrar do que passou
Oh, se minhas lembranças voltassem
Se minhas lembranças me ajudasse
Eu lembraria do que esqueci, a força
Lembraria de algum dia que te via
Lembraria do ar quando te fiz chorar
Lembrar-me-ia do frio que te castigava
E eu não lhe socorri.
Esqueci-me do mal que te fiz
Nem lembro dos males que causei
Agora te peço por favor
Pelo meu amor
Volta pra mim
Pelo menos um dia viver em mim.
Mauricio Caldeira Filho
domingo, 13 de março de 2011
Realidade
Viu a primeira frase?
Onde a verdade se encontra
Onde a saudade quem ama confronta
E quem ama se ilude ao viver em paz
Sem nunca encontrar a paz
Paz de amar de verdade
Se amado de verdade
Somente a ilusão de amar
Mesmo vivendo na mentira da realidade
Nos campos da felicidade
Encontrar uma flor, traz o amor
Que desfaz toda a dor
A dor causada pela mentira do amor
Que antes era verdade
E agora só é capim
Que ocupa o meu amor sem fim
Mauricio Caldeira Filho
Onde a verdade se encontra
Onde a saudade quem ama confronta
E quem ama se ilude ao viver em paz
Sem nunca encontrar a paz
Paz de amar de verdade
Se amado de verdade
Somente a ilusão de amar
Mesmo vivendo na mentira da realidade
Nos campos da felicidade
Encontrar uma flor, traz o amor
Que desfaz toda a dor
A dor causada pela mentira do amor
Que antes era verdade
E agora só é capim
Que ocupa o meu amor sem fim
Mauricio Caldeira Filho
Por você!
Que as asas da morte me levem
Preso na sua garra infiel
Na sua garra que estraçalha minha alma
Alma morta vendida ao vento
Leve-me pra longe, onde já não possa ver
O seu sofrimento sem culpa
A sua dor sem desculpa
Seus olhos a sangrar, o seu sangue derramar
Não aguento ver a seu corpo mutilado
Com as marcas do nosso amor
Amor proibido e cruel
Amor tão grande, e que lhe causou tanta dor
Dor sua não conseguir ver
Essa dor eu queria lhe poupar
Pondo-me em seu lugar
Eu aguentaria sentir
Pois ai seria punido
Por esse amor tão bandido
Por esse amor tão lindo
Por esse amor tão sofrido
Aguentaria a forca
Pois, saberia que minha dor foi justa
Justa porque pude ver-te viva
Pois sua vida é nobre e a minha tão pobre
Autor: Mauricio Caldeira
Preso na sua garra infiel
Na sua garra que estraçalha minha alma
Alma morta vendida ao vento
Leve-me pra longe, onde já não possa ver
O seu sofrimento sem culpa
A sua dor sem desculpa
Seus olhos a sangrar, o seu sangue derramar
Não aguento ver a seu corpo mutilado
Com as marcas do nosso amor
Amor proibido e cruel
Amor tão grande, e que lhe causou tanta dor
Dor sua não conseguir ver
Essa dor eu queria lhe poupar
Pondo-me em seu lugar
Eu aguentaria sentir
Pois ai seria punido
Por esse amor tão bandido
Por esse amor tão lindo
Por esse amor tão sofrido
Aguentaria a forca
Pois, saberia que minha dor foi justa
Justa porque pude ver-te viva
Pois sua vida é nobre e a minha tão pobre
Autor: Mauricio Caldeira
Sonho de Um Dia
Sonhei que eu teu corpo tocava
Um dia...
Sonhei que soua boca um dia beijava-me
Pensei sonhar o real
Pensei sonhar o meu desejo imoral
Sentia sua mão a acariciar meu rosto
Seus belos cabelos a encobrir minha face
Sua beleza a me alucinar na noite
Onde nosso amor se encontrava
O a paz reinava, onde o galo cantava
Marcando a hora do nosso extase
Hora marcada pra parar
Hora marcada para amar
Hora que temia chegar
Hora que demorava a passar
Pensamentos perversos eu tenho
De um dia te ter,
Pois nunca mais quero
Te esquecer.
Mauricio Caldeira Filho
Ferida da morte
Pena que tenha que ser assim
Tudo que acontece na vida
Retorna como uma flecha
Lançada pelo inimigo.
Tentando alcançar
A vila dos desejos humanos
Interrompidos pelo estampido da bala
Que corta o peito, e estraçalha a alma
Levando consigo o ultimo ar de esperança
O ultimo ar da gloria de uma guerra perdida
Perdida no tempo e no espaço
Sem tempo nem lugar para guerrear
Minha paz desgarrada, tentando entrar
Passando pela porta póstuma.
Liberdade morta... Suja
Sujeira que predomina na minha carne
Carne podre
Sendo devorada pelos abutres da falsidade,
Urubus que comem os restos da minha alma,
Espalhada pelo chão morta
Pela morte que você me ofereceu.
Mauricio Caldeira Filho
Tudo que acontece na vida
Retorna como uma flecha
Lançada pelo inimigo.
Tentando alcançar
A vila dos desejos humanos
Interrompidos pelo estampido da bala
Que corta o peito, e estraçalha a alma
Levando consigo o ultimo ar de esperança
O ultimo ar da gloria de uma guerra perdida
Perdida no tempo e no espaço
Sem tempo nem lugar para guerrear
Minha paz desgarrada, tentando entrar
Passando pela porta póstuma.
Liberdade morta... Suja
Sujeira que predomina na minha carne
Carne podre
Sendo devorada pelos abutres da falsidade,
Urubus que comem os restos da minha alma,
Espalhada pelo chão morta
Pela morte que você me ofereceu.
Mauricio Caldeira Filho
Marcadores:
A paixão,
O de Drama
Minha Prisão
Parece ser involuntário minhas duvidas
Chegam a ser doentias
Uma doença, que parece sem cura
Incurável, maligna e sem remédios
Para aliviar minha dor
Dor pequena, que causa grandes estragos
Finjo não senti-la
Me iludindo, sem saber que estou me afundando
Cavando uma cova tão profunda quando
O rio que corre dos meus olhos
Um rio de prantos causados por essa dor
Por essa doença
Lágrimas que escorrem o sangue da minha vergonha
Minha vergonha, vergonha te amar
Vergonha de desejar
Vergonha do mal
Vergonha de mim
Sinto-me amordaçado sem poder falar
Palavras presas na minha garganta
Que não param de jorrar, o sangue nos meus olhos
Tudo por causa dessa dor
Que você causou em mim.
Mauricio Caldeira Filho
Chegam a ser doentias
Uma doença, que parece sem cura
Incurável, maligna e sem remédios
Para aliviar minha dor
Dor pequena, que causa grandes estragos
Finjo não senti-la
Me iludindo, sem saber que estou me afundando
Cavando uma cova tão profunda quando
O rio que corre dos meus olhos
Um rio de prantos causados por essa dor
Por essa doença
Lágrimas que escorrem o sangue da minha vergonha
Minha vergonha, vergonha te amar
Vergonha de desejar
Vergonha do mal
Vergonha de mim
Sinto-me amordaçado sem poder falar
Palavras presas na minha garganta
Que não param de jorrar, o sangue nos meus olhos
Tudo por causa dessa dor
Que você causou em mim.
Mauricio Caldeira Filho
Confusão...
Real é a confusão da minha mente
Confundindo um amor platônico
Com um amor verdadeiro
Mas o que seria os dois?
A realidade que me construiu
E a mesma que me prendeu
Enjaulou-me em seus prazeres
Prazeres pecaminosos e imundos
Que me revestiam, me cobrindo
Por completo, e por completo me acabando
Fazendo da minha realidade irreal
Dos meus prazeres um ardor
Reagindo com meus pensamentos
Pútridos, e com minha carne imunda
Preso fui, sem nunca ter pecado
Nem ao menos negado
Fiz da minha vida irreal um circo
Onde minha maior loucura era
Pensar que um dia tinha te perdido
Pensar que um dia te magoei
Fiz dos meus pesadelos, minha fonte de vida
Fiz da minha insanidade meu antídoto
Usei do mal para praticar o meu bem
Fiz, do meu ódio nascer o amor
Amor que perdi quando minha confusão
Tornou-se real, e fez você ser minha falsidade
Destrui tudo isso para voltar aos seus braços
Onde sei que minha loucura passará
E se fará a minha verdadeira realidade
Mauricio Caldeira Filho
Confundindo um amor platônico
Com um amor verdadeiro
Mas o que seria os dois?
A realidade que me construiu
E a mesma que me prendeu
Enjaulou-me em seus prazeres
Prazeres pecaminosos e imundos
Que me revestiam, me cobrindo
Por completo, e por completo me acabando
Fazendo da minha realidade irreal
Dos meus prazeres um ardor
Reagindo com meus pensamentos
Pútridos, e com minha carne imunda
Preso fui, sem nunca ter pecado
Nem ao menos negado
Fiz da minha vida irreal um circo
Onde minha maior loucura era
Pensar que um dia tinha te perdido
Pensar que um dia te magoei
Fiz dos meus pesadelos, minha fonte de vida
Fiz da minha insanidade meu antídoto
Usei do mal para praticar o meu bem
Fiz, do meu ódio nascer o amor
Amor que perdi quando minha confusão
Tornou-se real, e fez você ser minha falsidade
Destrui tudo isso para voltar aos seus braços
Onde sei que minha loucura passará
E se fará a minha verdadeira realidade
Mauricio Caldeira Filho
sábado, 8 de janeiro de 2011
Paixão Minha
ESSE POEMA EU FIZ PARA MONALISA SANTIAGO, AMOR MEU.
Amiga te amo, muito, muito, não ficaremos só nisso, nos cresceremos e faremos o que tanto queremos fazer.
Morena de uma cor que me fascina
De um ar de mulher, com uma fragilidade
Escondida atrás das suas forças.
Cheia de garras, fincadas na raiz dos seus sonhos
Uma mulher que encantou meus olhos
Uma garota que enfeitou meus sonhos
Uma mulher simples que me conquistou
Através da sua fala meiga e engraçada
Com sua inocência me cobria, e me lavava
Com sua arte de viver, me incendiada
Com sua calma, me alegrava.
Com seus sorrisos, não sabia mais nada
Só sabia que eu me apaixonava
Me rendia aos seus encantos de mulher
E me entregava de corpo e alma
Porque mesmo sem saber.
O meu amor começou a nascer através de Você.
Mauricio Caldeira Filho
Amiga te amo, muito, muito, não ficaremos só nisso, nos cresceremos e faremos o que tanto queremos fazer.
Morena de uma cor que me fascina
De um ar de mulher, com uma fragilidade
Escondida atrás das suas forças.
Cheia de garras, fincadas na raiz dos seus sonhos
Uma mulher que encantou meus olhos
Uma garota que enfeitou meus sonhos
Uma mulher simples que me conquistou
Através da sua fala meiga e engraçada
Com sua inocência me cobria, e me lavava
Com sua arte de viver, me incendiada
Com sua calma, me alegrava.
Com seus sorrisos, não sabia mais nada
Só sabia que eu me apaixonava
Me rendia aos seus encantos de mulher
E me entregava de corpo e alma
Porque mesmo sem saber.
O meu amor começou a nascer através de Você.
Mauricio Caldeira Filho
Marcadores:
A paixão,
O de Drama
Minha Amada
Minha querida amada
"Minha", não sei se ainda direi isso.
Minha pequena árvore de bons frutos
Meu ar de cada manha.
Meus rios que você não navegará
Estão vazios, sem a sua vida para nós alegrar
Sinto sua falta, minha alma fica a vagar
Nas terras que você não se deitará.
Meus olhos, ressecados por causa do vento
Um vento frio que me abraça quando seus braços,
Quentes não me aquecem. Eles apodrecem.
Seu calor quero sentir novamente.
Não aguento mais Ficar longe dele.
Minha querida amada, não venha me encontrar
E nem irei lhe procurar, tu já me sepultas-te
Pois, morri tentando o seu amor ganhar
Autor: Mauricio Caldeira
"Minha", não sei se ainda direi isso.
Minha pequena árvore de bons frutos
Meu ar de cada manha.
Meus rios que você não navegará
Estão vazios, sem a sua vida para nós alegrar
Sinto sua falta, minha alma fica a vagar
Nas terras que você não se deitará.
Meus olhos, ressecados por causa do vento
Um vento frio que me abraça quando seus braços,
Quentes não me aquecem. Eles apodrecem.
Seu calor quero sentir novamente.
Não aguento mais Ficar longe dele.
Minha querida amada, não venha me encontrar
E nem irei lhe procurar, tu já me sepultas-te
Pois, morri tentando o seu amor ganhar
Autor: Mauricio Caldeira
Perdido
Me desculpe...
Esse ano minha flor se foi
Por onde andas?
Por quais pastos andas-te?
Me perdoe...
Porque o meu sentido se foi
Seguiu seus passou, flor que eu amei
Passos que não vi por onde passou
Andou com meu juízo
Perdido... Vaguei, sem onde parar
Continuei a rezar para a sua volta
Ardia então a dor da minha revolta
Não me via mais
Estava cego com sua imagem
A minha frente.
Eu não me pertencia mais
Tu eras minha dona, flor que amei
Tu eras quem me guiava.
Tu eras a flor que em meu jardim brilhava.
Tu eras, o meu único amor.
Hoje estais longe, onde?
Não sei, mas sei que te encontrarei
Pois perdido eu vago
Porque só tu podes me encontrar
Mauricio Caldeira Filho
Esse ano minha flor se foi
Por onde andas?
Por quais pastos andas-te?
Me perdoe...
Porque o meu sentido se foi
Seguiu seus passou, flor que eu amei
Passos que não vi por onde passou
Andou com meu juízo
Perdido... Vaguei, sem onde parar
Continuei a rezar para a sua volta
Ardia então a dor da minha revolta
Não me via mais
Estava cego com sua imagem
A minha frente.
Eu não me pertencia mais
Tu eras minha dona, flor que amei
Tu eras quem me guiava.
Tu eras a flor que em meu jardim brilhava.
Tu eras, o meu único amor.
Hoje estais longe, onde?
Não sei, mas sei que te encontrarei
Pois perdido eu vago
Porque só tu podes me encontrar
Mauricio Caldeira Filho
Valor
Do que me vale o ar?
Se a cada suspiro eu me distancio de você
Do que me vale ver?
Se não posso contemplar sua beleza
Do que me vale sentir?
Se tua pele macia não posso acariciar
Do que me vale a água?
Se de seus rios eu não posso beber
Do que me vale andar por um campo verdejante
Se com você não poderei andar
Do que me vale... Não viver
Se você foi meu maior sonho realizado
Sonho que desfruto no meu dia
De que me vale um suspiro...
Ele vale pois sei que me encontrarei com você
Eu enxergo para que atravez dos meus olhos
O mundo que eu vivo seja seu
Eu sinto... Pois os prazeres que você me forneceu
São sentimentos que não serão apagados
Porque eu bebo? Não sei... Mas sei que das suas caricias
Quero me suprir todos os dias.
Pois a força que tenho é fruto do nosso amor
Amor... Alimento para os que têm fome
Amor... Água para os que têm cede
Amor... Boa visão para os cegos
Amor.. .Liberdade para os cativos
Que o nosso amor nos restaure para sempre
Te amo meu Amor...
Mauricio Caldeira Filho
Se a cada suspiro eu me distancio de você
Do que me vale ver?
Se não posso contemplar sua beleza
Do que me vale sentir?
Se tua pele macia não posso acariciar
Do que me vale a água?
Se de seus rios eu não posso beber
Do que me vale andar por um campo verdejante
Se com você não poderei andar
Do que me vale... Não viver
Se você foi meu maior sonho realizado
Sonho que desfruto no meu dia
De que me vale um suspiro...
Ele vale pois sei que me encontrarei com você
Eu enxergo para que atravez dos meus olhos
O mundo que eu vivo seja seu
Eu sinto... Pois os prazeres que você me forneceu
São sentimentos que não serão apagados
Porque eu bebo? Não sei... Mas sei que das suas caricias
Quero me suprir todos os dias.
Pois a força que tenho é fruto do nosso amor
Amor... Alimento para os que têm fome
Amor... Água para os que têm cede
Amor... Boa visão para os cegos
Amor.. .Liberdade para os cativos
Que o nosso amor nos restaure para sempre
Te amo meu Amor...
Mauricio Caldeira Filho
Hoje
Hoje, o arrependimento me toma o tempo
Me arrependi de ter amado como nunca amei
Me arrependi de ter arriscado tudo.
Eu aprendi que esse arrependimento não vale mais
Eu descobri que não importa quanto eu tente
Reviver o passado, ele já passou, e nunca mas irá voltar
Não adianta lutar em uma batalha que não se tem um lado.
Uma luta onde o inimigo sou eu mesmo.
Conhecendo tudo sobre o inimigo mas mesmo assim
Com medo de atacá-lo.
Tentei reviver esse passado, que assombra os meus pensamentos
Pensamento que assim como lembranças me fizeram rir e chorar
Mais tão doloroso quanto uma perda, e muito mas profundo
Que um fosso sem fim.
Muito mais real que o amor que eu pus sobre nossas vidas.
Tentei superar essa derrota.
Essa derrota que invade meus dias
Retornando como um vulcão que volta a ativa
Reacendendo uma paixão quase morta pelo tempo
Tempo que foram anos, mas que pareceram horas
Quando vi seu rosto novamente
Quando vi no final da escuridão uma chama que brilhava
E brilhava tanto quanto o sol.
Parece-me que algo renasceu.
Mas será isso de novo? – me perguntei várias vezes
Só obtive uma resposta que não queria obter
Uma resposta que mudaria o tempo
E que faria tudo voltar, àqueles tempos
Que nos eram como um só
Mas eu me fiz outra pergunta
Será que agora é verdadeiro? – ou vai ser apenas aquela ilusão novamente...
Mauricio Caldeira Filho
Me arrependi de ter amado como nunca amei
Me arrependi de ter arriscado tudo.
Eu aprendi que esse arrependimento não vale mais
Eu descobri que não importa quanto eu tente
Reviver o passado, ele já passou, e nunca mas irá voltar
Não adianta lutar em uma batalha que não se tem um lado.
Uma luta onde o inimigo sou eu mesmo.
Conhecendo tudo sobre o inimigo mas mesmo assim
Com medo de atacá-lo.
Tentei reviver esse passado, que assombra os meus pensamentos
Pensamento que assim como lembranças me fizeram rir e chorar
Mais tão doloroso quanto uma perda, e muito mas profundo
Que um fosso sem fim.
Muito mais real que o amor que eu pus sobre nossas vidas.
Tentei superar essa derrota.
Essa derrota que invade meus dias
Retornando como um vulcão que volta a ativa
Reacendendo uma paixão quase morta pelo tempo
Tempo que foram anos, mas que pareceram horas
Quando vi seu rosto novamente
Quando vi no final da escuridão uma chama que brilhava
E brilhava tanto quanto o sol.
Parece-me que algo renasceu.
Mas será isso de novo? – me perguntei várias vezes
Só obtive uma resposta que não queria obter
Uma resposta que mudaria o tempo
E que faria tudo voltar, àqueles tempos
Que nos eram como um só
Mas eu me fiz outra pergunta
Será que agora é verdadeiro? – ou vai ser apenas aquela ilusão novamente...
Mauricio Caldeira Filho
Tortura da Minha Vida
Triste manha que acordei, sem medo.
Manha falida digna de mim, somente de mim.
Mas porque Justamente hoje acordei?
Estava só na minha escuridão sem fim.
Hoje me sinto vivo... Pior dos sentimentos.
Oh... Saudade tenho da minha solidão.
Distante desse mundo que me faz Chorar.
Lágrimas de sangue... Sangue que escorre
Das minhas veias e corroem minha alma.
Destruindo meu ultimo sonho.
Fez de mim o pior ser vivo, a pior pessoa
Como fui traído, como tentei trair... Porem falhei.
E fui humilhado, destruído e intimado a viver a vida do vivo
Com tudo isso, me atolei em uma cova escura
E me fechei nesse lugar, frio todavia aconchegante
Úmido do meu sangue, e de minhas lágrimas
Que limpavam o chão sujo com meus pecados.
Foi ali que refleti de minha vida e entendi
Que não pertenço a esse mundo em que estou preso
De novo, meus olhos se enchem de sangue
Minhas veias não saem mas sangue
Porque meu coração ainda bate?
Porque quem me prendeu foi quem me libertou
Por que minha liberdade e tão importante assim?
Agora entendo que quem me prendeu foi você
Tudo fiz, sempre te amei, por nada nunca pedi nada em traca
Mas você me deu a solidão, e me arrancou dela
Para poder me torturar novamente, e eu sofrerei
Morrerei mas quando eu morrer não voltarei mais
Pois o amor que eu tinha por você acabou.
Mauricio Caldeira Filho
Manha falida digna de mim, somente de mim.
Mas porque Justamente hoje acordei?
Estava só na minha escuridão sem fim.
Hoje me sinto vivo... Pior dos sentimentos.
Oh... Saudade tenho da minha solidão.
Distante desse mundo que me faz Chorar.
Lágrimas de sangue... Sangue que escorre
Das minhas veias e corroem minha alma.
Destruindo meu ultimo sonho.
Fez de mim o pior ser vivo, a pior pessoa
Como fui traído, como tentei trair... Porem falhei.
E fui humilhado, destruído e intimado a viver a vida do vivo
Com tudo isso, me atolei em uma cova escura
E me fechei nesse lugar, frio todavia aconchegante
Úmido do meu sangue, e de minhas lágrimas
Que limpavam o chão sujo com meus pecados.
Foi ali que refleti de minha vida e entendi
Que não pertenço a esse mundo em que estou preso
De novo, meus olhos se enchem de sangue
Minhas veias não saem mas sangue
Porque meu coração ainda bate?
Porque quem me prendeu foi quem me libertou
Por que minha liberdade e tão importante assim?
Agora entendo que quem me prendeu foi você
Tudo fiz, sempre te amei, por nada nunca pedi nada em traca
Mas você me deu a solidão, e me arrancou dela
Para poder me torturar novamente, e eu sofrerei
Morrerei mas quando eu morrer não voltarei mais
Pois o amor que eu tinha por você acabou.
Mauricio Caldeira Filho
Me Tentaste Derrubar
Estou aqui tentando não cair nessa tentação
Que você pôs em mim
Tentando não me render
Aos prazeres
Que você me oferece
Tentando não cair,
Nesse penhasco da morte
Tentando me afastar da sua companhia
Mas você me empurra cada vez mas para o abismo
Cada vez mais me fala coisas nos meus ouvidos
Cada vez mas alto
Me deixando cego e não conseguindo ver envolta
Estou quase entregue aos seus braços
Deixando-me sozinho
Tentando lutar
Sem conseguir vencer.
Mas agora tomei minha posse
E me afasto agora de ti
Porque agora vi que foi você
Aquele que me prometeu segurança
E que agora
Tenta me empurrar para o abismo da solidão
Que tentou mas falhou
Porque tua força se compara com, a de quem esta me protegendo agora
E fazendo de todas as suas mentiras um pó
Um pó
Que estou varrendo da minha vida
E agora sou eu quem está te jogando nesse abismo
Para que você pague com suas lágrimas
Todas as suas mentiras
E assim eu vivo em paz
Sabendo que você nunca mais ira me afogar
Com suas mentiras.
Mauricio Caldeira Filho
Que você pôs em mim
Tentando não me render
Aos prazeres
Que você me oferece
Tentando não cair,
Nesse penhasco da morte
Tentando me afastar da sua companhia
Mas você me empurra cada vez mas para o abismo
Cada vez mais me fala coisas nos meus ouvidos
Cada vez mas alto
Me deixando cego e não conseguindo ver envolta
Estou quase entregue aos seus braços
Deixando-me sozinho
Tentando lutar
Sem conseguir vencer.
Mas agora tomei minha posse
E me afasto agora de ti
Porque agora vi que foi você
Aquele que me prometeu segurança
E que agora
Tenta me empurrar para o abismo da solidão
Que tentou mas falhou
Porque tua força se compara com, a de quem esta me protegendo agora
E fazendo de todas as suas mentiras um pó
Um pó
Que estou varrendo da minha vida
E agora sou eu quem está te jogando nesse abismo
Para que você pague com suas lágrimas
Todas as suas mentiras
E assim eu vivo em paz
Sabendo que você nunca mais ira me afogar
Com suas mentiras.
Mauricio Caldeira Filho
Testamento
Esse poema não é romântico, mas poderia ser.
Certo dia de uma manhã linda.
Quando sua beleza contemplou meu dia
Fez de mim um dos homens mais felizes
Fez em mim o que em anos ninguém fazia
Mostrou a mim o que antes eu achava que estaria perdido
Reavivou em mim um sentimento que estava a pouco tempo morto
Fez renascer uma paixão
Reativou meu coração
Fez ele bater forte
Cada vez mais forte
E quando eu, estou a admirar sua beleza
a vi vindo em minha direção
Vi você com seu sorriso, chegando a mim mais perto
Meu coração disparou e com batidas
Cada vez mas fortes, parou.
Então vi que o amor que reviveu
Meu coração que bateu mais forte
Parou, quando vi você em outros braços
Braços que poderiam lhe fazer sofrer
Um abraço, foi suficiente para aquele sentimento de morte
Volta-se, ao meu corpo e a minha vida
E depois dali percebi que minha maior falha.
Foi a falta de forças para lhe dirigir uma palavra.
Uma palavra de amor
Uma Palavra de conforto
Uma palavra presa na minha garganta
Mas foi através desse poema que falei:
Um dia te amei loucamente
Um dia fui cego
Um dia...
Fui o homem mas infeliz por amar sem ser amado
Mas hoje aprendi
E agora sou feliz nos braços frios da minha amada
Porque agora ela está aos prantos me abraçando
No único dia que não queria que me abraçasse
A beira do meu caixão, e do meu corpo morto
No dia que o meu advogado leu meu testamento.
Mauricio Caldeira Filho
Certo dia de uma manhã linda.
Quando sua beleza contemplou meu dia
Fez de mim um dos homens mais felizes
Fez em mim o que em anos ninguém fazia
Mostrou a mim o que antes eu achava que estaria perdido
Reavivou em mim um sentimento que estava a pouco tempo morto
Fez renascer uma paixão
Reativou meu coração
Fez ele bater forte
Cada vez mais forte
E quando eu, estou a admirar sua beleza
a vi vindo em minha direção
Vi você com seu sorriso, chegando a mim mais perto
Meu coração disparou e com batidas
Cada vez mas fortes, parou.
Então vi que o amor que reviveu
Meu coração que bateu mais forte
Parou, quando vi você em outros braços
Braços que poderiam lhe fazer sofrer
Um abraço, foi suficiente para aquele sentimento de morte
Volta-se, ao meu corpo e a minha vida
E depois dali percebi que minha maior falha.
Foi a falta de forças para lhe dirigir uma palavra.
Uma palavra de amor
Uma Palavra de conforto
Uma palavra presa na minha garganta
Mas foi através desse poema que falei:
Um dia te amei loucamente
Um dia fui cego
Um dia...
Fui o homem mas infeliz por amar sem ser amado
Mas hoje aprendi
E agora sou feliz nos braços frios da minha amada
Porque agora ela está aos prantos me abraçando
No único dia que não queria que me abraçasse
A beira do meu caixão, e do meu corpo morto
No dia que o meu advogado leu meu testamento.
Mauricio Caldeira Filho
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Descobertas
Podemos às vezes descobrir
Que, muitas coisas não faremos sozinhos.
E aprendemos
Com, o que nos vivemos.
Se vive logo, se aprende
Se aprende, a amar sem ser amado
Se aprende, a ferir sem razão
Se aprende, a andar sem querer se levantar
Se aprende, a batalhar por um amor
Se aprende, que simples palavras podem mudar o mundo em volta
Se aprende, também só uma pode destruí-lo
Se aprende, que às vezes um bom dia, eu te amo não fazem diferença
Mas são palavras que muitos levam consigo
Se aprende, que a vida não é um parque de diversões
Mas sim um bosque de oportunidades
Onde não sabemos o que vamos encontrar em cada esquina
Se aprende, que poucos são os amigos verdadeiros
Mas é esses poucos que fazem nossa vida valer a pena
Se aprende, que cantar para aliviar uma dor,
É muito melhor do que ficar chorando por ela
Se aprende, que o amor não é simplesmente um sentimento que vai e volta
Mas sim um sentimento que vem pra ficar e mesmo que a pessoa se vá
Ele ainda fica no coração
Se aprende, que a sua amizade possa ser um tanto diferente
Mas ela foi a essência que me faltava
Mauricio Caldeira Filho
Que, muitas coisas não faremos sozinhos.
E aprendemos
Com, o que nos vivemos.
Se vive logo, se aprende
Se aprende, a amar sem ser amado
Se aprende, a ferir sem razão
Se aprende, a andar sem querer se levantar
Se aprende, a batalhar por um amor
Se aprende, que simples palavras podem mudar o mundo em volta
Se aprende, também só uma pode destruí-lo
Se aprende, que às vezes um bom dia, eu te amo não fazem diferença
Mas são palavras que muitos levam consigo
Se aprende, que a vida não é um parque de diversões
Mas sim um bosque de oportunidades
Onde não sabemos o que vamos encontrar em cada esquina
Se aprende, que poucos são os amigos verdadeiros
Mas é esses poucos que fazem nossa vida valer a pena
Se aprende, que cantar para aliviar uma dor,
É muito melhor do que ficar chorando por ela
Se aprende, que o amor não é simplesmente um sentimento que vai e volta
Mas sim um sentimento que vem pra ficar e mesmo que a pessoa se vá
Ele ainda fica no coração
Se aprende, que a sua amizade possa ser um tanto diferente
Mas ela foi a essência que me faltava
Mauricio Caldeira Filho
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Tudo Que Aprendi
Das cinzas, minha alma retorna
Como uma Fênix, trago em mim
Tudo o que antes tinha morrido.
Nas asas da solidão que andei.
Nos braços de uma paixão fiquei
Sem que pudesse me mover
Sem que pudesse respirar
Mas, dos tormentas que passei
Essa foi a que mais gostei
Porque em meio de tanta tristeza
Pude em seus braços estar,
Mas, como disse retornei das cinzas
E tudo o que tinha vivido se foi.
Hoje visto uma roupa de prata
Para que todo o sentimento
Que possuía por ti não me atingisse
Porem vivo para procurar
O que eu não pude dar a você
Tentei, tentei e tentei.
No entanto, sem sucesso cai ao chão, derrotado
Sem mais nada que pudesse
Enfim valer a pena
Porem em outra vida me achei
E ressurgi das cinzas em que você me deixou
Procurando assim nessa vida tentar
Tentar o que nunca tentei contigo
Tentarei amar como nunca te amei
Tentarei fazer sorrir como nunca te fiz
Tentarei ser tudo que contigo aprendi a não ser.
Mauricio Caldeira Filho
Como uma Fênix, trago em mim
Tudo o que antes tinha morrido.
Nas asas da solidão que andei.
Nos braços de uma paixão fiquei
Sem que pudesse me mover
Sem que pudesse respirar
Mas, dos tormentas que passei
Essa foi a que mais gostei
Porque em meio de tanta tristeza
Pude em seus braços estar,
Mas, como disse retornei das cinzas
E tudo o que tinha vivido se foi.
Hoje visto uma roupa de prata
Para que todo o sentimento
Que possuía por ti não me atingisse
Porem vivo para procurar
O que eu não pude dar a você
Tentei, tentei e tentei.
No entanto, sem sucesso cai ao chão, derrotado
Sem mais nada que pudesse
Enfim valer a pena
Porem em outra vida me achei
E ressurgi das cinzas em que você me deixou
Procurando assim nessa vida tentar
Tentar o que nunca tentei contigo
Tentarei amar como nunca te amei
Tentarei fazer sorrir como nunca te fiz
Tentarei ser tudo que contigo aprendi a não ser.
Mauricio Caldeira Filho
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
ANGÚSTIA
Psicose aguda
Droga dominante
Vicio que acaba comigo
A lua que me mata
A tristeza que me domina
Meu coração que não bate
Meu sangue que não acaba
O inferno que não me aceita
Pois sou o único que hoje ainda vive
De um mundo que não existe
Nem aos olhos de Deus
E nem do Diabo
Sendo assim sou um herege
Para Deus que me rejeita
E para o diabo que não me aceita
Inconformado com o a culpa que carrega que
A morte me leve
Para um lugar frio
E sem vida
Para que minha alma descanse em paz
Mauricio Caldeira Filho
Droga dominante
Vicio que acaba comigo
A lua que me mata
A tristeza que me domina
Meu coração que não bate
Meu sangue que não acaba
O inferno que não me aceita
Pois sou o único que hoje ainda vive
De um mundo que não existe
Nem aos olhos de Deus
E nem do Diabo
Sendo assim sou um herege
Para Deus que me rejeita
E para o diabo que não me aceita
Inconformado com o a culpa que carrega que
A morte me leve
Para um lugar frio
E sem vida
Para que minha alma descanse em paz
Mauricio Caldeira Filho
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