Minha querida amada
"Minha", não sei se ainda direi isso.
Minha pequena árvore de bons frutos
Meu ar de cada manha.
Meus rios que você não navegará
Estão vazios, sem a sua vida para nós alegrar
Sinto sua falta, minha alma fica a vagar
Nas terras que você não se deitará.
Meus olhos, ressecados por causa do vento
Um vento frio que me abraça quando seus braços,
Quentes não me aquecem. Eles apodrecem.
Seu calor quero sentir novamente.
Não aguento mais Ficar longe dele.
Minha querida amada, não venha me encontrar
E nem irei lhe procurar, tu já me sepultas-te
Pois, morri tentando o seu amor ganhar
Autor: Mauricio Caldeira
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