sábado, 8 de janeiro de 2011

Perdido

Me desculpe...
Esse ano minha flor se foi
Por onde andas?
Por quais pastos andas-te?

Me perdoe...
Porque o meu sentido se foi
Seguiu seus passou, flor que eu amei
Passos que não vi por onde passou
 

Andou com meu juízo
Perdido... Vaguei, sem onde parar
Continuei a rezar para a sua volta
Ardia então a dor da minha revolta

Não me via mais
Estava cego com sua imagem
A minha frente.
Eu não me pertencia mais

Tu eras minha dona, flor que amei
Tu eras quem me guiava.
Tu eras a flor que em meu jardim brilhava.
Tu eras, o meu único amor.

Hoje estais longe, onde?
Não sei, mas sei que te encontrarei
Pois perdido eu vago
Porque só tu podes me encontrar

Mauricio Caldeira Filho

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